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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Nasa revela que Antártida não está diminuindo e sim ganhando mais gelo

(Reprodução/Nasa)
(Reprodução/Nasa)

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ecologambiente.blogspot.com

Um novo estudo da NASA surpreendeu ao anunciar que na Antártida esta havendo um aumento na acumulação de neve, que começou há 10.000 anos e está atualmente adicionando gelo suficiente ao continente de maneira a compensar as maiores perdas de suas geleiras.
A pesquisa desafia as conclusões de outros estudos, incluindo o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC 2013), que dizia que o continente estava sendo prejudicado devido ao aquecimento global.
De acordo com a nova análise de dados de um satélite, a camada de gelo da Antártida mostrou um ganho líquido de 112 bilhões de toneladas de gelo por ano entre 1992 e 2001. Este ganho diminuiu para 82 bilhões de toneladas entre 2003 e 2008.
"Estamos essencialmente de acordo com outros estudos que mostram um aumento no derretimento de gelo na região da Península Antártida, em Pine Island e Thwaites, que ficam localizadas na parte ocidental", disse Jay Zwally, glaciologista da NASA e principal autor do novo estudo, que foi publicado em 30 de outubro no 'Journal of Glaciology'.
"Nossa principal discordância se refere à Antártida Oriental e o interior da Antártida Ocidental. Nestes espaços foi possível vermos um ganho de gelo que excede as perdas nas outras áreas". Ele ainda acrescentou que a sua equipe mediu "pequenas mudanças de altura em grandes áreas, bem como grandes mudanças observadas em áreas menores. " Para calcular o quanto em altura a camada de gelo aumentou, os cientistas utilizam os altímetros dos satélites.
A notícia pode parecer reconfortante, no entanto, bastam algumas décadas para que o crescimento seja invertido, de acordo com Zwally. "Se as perdas da Península e das partes do oeste continuarem a aumentar no mesmo ritmo que tem acontecido durante as últimas duas décadas, as perdas de gelo vão superar o ganho dele em 20 ou 30 anos". Apesar do aumento da quantidade de gelo, a quantidade de neve que cai na Antartida Ocidental teve uma queda em 11 bilhões de toneladas por ano, a partir de um cálculo iniciado em 1979.
"No final da última Era Glacial, o ar tornou-se mais quente e levou mais umidade a todo o continente, duplicando a quantidade de neve que caiu sobre a camada de gelo", disse Zwally.
A queda de neve extra que começou a 10.000 anos atrás foi se acumulando lentamente na camada de gelo e compactando-se em gelo sólido ao longo de milênios. Este, por sua vez foi engrossando a superfície da Antártida Oriental e o interior da Antártida Ocidental em uma média de 1,7 centímetros por ano. Este pequeno espessamento, sustentado ao longo de milhares de anos.
"A boa notícia é que a Antártica não está a contribuindo para a elevação do nível do mar, e sim reduzindo 0,23 milímetros por ano" confirmou Zwally. "Mas esta é também uma má notícia. Se os 0.27 milímetros por ano de aumento não estão sendo contabilizados no relatório do IPCC, e ainda assim há uma elevação no nível do mar, deve haver alguma outra contribuição para o fenômeno".

Fonte:https://br.noticias.yahoo.com/blogs/super-incrivel/nasa-revela-que-antartida-nao-esta-diminuindo-e-sim-ganhando-mais-gelo-193057846.html

Planeta Terra Perdeu 50% de Sua Fauna em apenas 40 anos.


O nosso planeta perdeu metade de seus animais nos últimos 40 anos, segundo um relatório divulgado pela WWF, em parceria com a Sociedade Zoológica de Londres. Segundo o estudo, chamado Living Planet Report (Relatório Planeta Vivo), ao mesmo tempo que a população humana cresceu substancialmente, a população global de animais vertebrados terrestres, aquáticos e marinhos diminuiu em 52% desde 1970.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

As Correntes Epistemológicas da Educação Ambiental

A Epistemologia na Educação Ambiental busca investigar o que é o ser esse meio ambiente que tanto se fala, esse objecto de conhecimento tão complexo que emerge do campo da eternidade e nos foge da compreensão.
É deste modo que o grupo pretende apresentar as diferentes correntes em educação ambiental. A noção de corrente que se refere aqui é uma maneira geral de conceber e de praticar a educação ambiental.
Estas correntes apresentam características distintas, mas todas elas possuem objectivos em comum.
Apresentamos quinze correntes epistemológicas da educação ambiental. Algumas têm uma tradição mais antiga e foram dominantes nas primeiras décadas da Educação Ambiental (1970-1980). Outras correspondem a preocupações foram surgindo recentemente.
Cada uma das correntes aqui destacadas será apresentada em função dos seguintes parâmetros:
A concepção dominante do meio ambiente;
A intenção central da educação ambiental;
Os enfoques privilegiados;
Exemplos de estratégias ou de modelos que ilustram a corrente.

Esta sistematização deve ser vista como uma proposta teórica e vantajosa, e que seja o objecto de discussões críticas.
Entre as correntes que têm uma longa tradição em educação ambiental, destacamos as seguintes:
A corrente naturalista;
A corrente conservacionista/recursista;
A corrente resolutiva;
A corrente sistémica;
A corrente científica;
A corrente humanista;
A corrente moral/ética.
Entre as correntes mais recentes destacamos as seguintes:
A corrente holística;
A corrente biorregionalista;
A corrente práxica;
A corrente crítica;
A corrente feminista;
A corrente etnográfica;
A corrente da eco educação;
A corrente da sustentabilidade.

A Corrente Naturalista
Esta corrente é centrada na relação com a natureza. O enfoque educativo pode ser cognitivo (aprender com coisas sobre a natureza), experiencial (viver na natureza e aprender com ela), afectivo, espiritual ou artístico (associando a criatividade humana à da natureza). A tradição da corrente naturalista é certamente muito antiga, se consideramos as lições de coisas ou a aprendizagem por imersão e imitação nos grupos sociais cuja cultura está estreitamente forjada na relação com o meio natural.
No decorrer do último século, a corrente naturalista pode ser associada mais especificamente ao movimento de educação para o meio natural e a certas proposições de educação ao ar livre. As proposições da corrente naturalista com frequência reconhecem o valor da natureza, além dos recursos que ela proporciona e do saber que se possa obter dela.

A Corrente Conservacionista/Recursista
Esta corrente agrupa as proposições centradas na conservação dos recursos, tanto no que concerne à sua qualidade como à sua quantidade: a água, o solo, a energia, as plantas (principalmente as plantas comestíveis e medicinais) e os animais (pelos recursos que podem ser obtidos deles), o património genético, o património construído. Quando se fala de conservação da natureza como da biodiversidade.


A Corrente Resolutiva
A corrente resolutiva surgiu em princípios dos anos 70, quando se revelaram a amplitude, a gravidade e aceleração crescente dos problemas ambientais. Agrupa proposições em que o meio ambiente é considerado principalmente como um conjunto de problemas. Esta corrente adopta a visão central de educação ambiental proposta pela UNESCO no contexto de seu Programa internacional de educação ambiental (1975-1995). Trata-se de informar ou de levar as pessoas a se informarem sobre problemáticas ambientais, assim como a desenvolver habilidades voltadas para resolvê-las. Como no caso da corrente conservacionista/recursista, à qual a corrente resolutiva está frequentemente associada, se encontra aqui um imperativo de acção: modificação de comportamentos ou de projectos colectivos.
Uma das proposições mais destacadas da corrente resolutiva é certamente a de Harold R. Hungerford e colaboradores da Southern Illinois University (1992), que desenvolveram um modelo pedagógico centrado no desenvolvimento sequencial de habilidades de resolução de problemas. Segundo estes pesquisadores, a educação ambiental deve estar centrada no estudo de problemáticas ambientais (environmental issues), com seus componentes sociais e biofísicos e suas controvérsias inerentes.

A Corrente Sistémica
O enfoque sistêmico permite conhecer e compreender adequadamente as realidades e as problemáticas ambientais. A análise sistêmica permite identificar os diferentes componentes de um sistema ambiental e salientar as relações entre seus componentes, como as relações entre os elementos biofísicos e os elementos sociais de uma situação
ambiental. Esta análise é uma etapa essencial que permite obter em seguida uma visão de conjunto que corresponde a uma síntese da realidade apreendida.
Chega-se assim à totalidade do sistema ambiental, cuja dinâmica não só pode ser percebida e compreendida melhor, como também os pontos de ruptura e as vias de evolução. As habilidades ligadas à análise e à síntese são particularmente necessárias.
A corrente sistêmica em educação ambiental se apóia, entre outras, nas contribuições da ecologia, ciência biológica transdisciplinar, que conheceu seu auge nos anos de 1970 e cujos conceitos e princípios inspiraram o campo da ecologia humana.
Em Israel, Shoshana Keiny e Moshe Shashack (1987) desenvolveram um modelo pedagógico centrado no enfoque sistêmico: uma saída a campo permite observar uma realidade ou fenômeno ambiental e analisar seus componentes e relações, a fim de desenvolver um modelo sistêmico que permita chegar a uma compreensão global da problemática em questão; esta visão de conjunto permite identificar e escolher soluções mais apropriadas.

A Corrente Cientifica
Algumas proposições de educação ambiental dão ênfase ao processo científico, com o objetivo de abordar com rigor as realidades e problemáticas ambientais e de compreendê-las melhor, identificando mais especificamente as relações de causa e efeito. O processo está centrado na indução de hipóteses a partir de observações e na verificação de hipóteses, por meio de novas observações ou por experimentação. Nesta corrente, a educação ambiental está seguidamente associada ao desenvolvimento de conhecimentos e de habilidades relativas às ciências do meio ambiente, do campo de pesquisa essencialmente interdisciplinar para a transdisciplinaridade. Como na corrente
sistêmica, o enfoque é sobretudo cognitivo: o meio ambiente é objeto de conhecimento
para escolher uma solução ou ação apropriada. As habilidades ligadas à observação e à experimentação são particularmente necessárias.

A Corrente Humanista
Esta corrente dá ênfase à dimensão humana do meio ambiente, construído no cruzamento da natureza e da cultura. O ambiente não é somente apreendido como um conjunto de elementos biofísicos, que basta ser abordado com objetividade e rigor para ser melhor compreendido, para interagir melhor. Corresponde a um meio de vida, com suas dimensões históricas, culturais, políticas, econômicas, estéticas. Não pode ser abordado sem se levar em conta sua significação, seu valor simbólico. O patrimônio não é somente natural, é igualmente cultural: as construções e os ordenamentos humanos são testemunhos da aliança entre a criação humana e os materiais e as possibilidades da natureza. A arquitetura, entre outros elementos, se encontra no centro desta interação. Neste caso, a porta de entrada para apreender o meio ambiente é frequentemente a paisagem. Esta última é seguidamente modelada pela atividade humana; ela fala ao mesmo tempo da evolução dos sistemas naturais que a compõem e das populações humanas que estabeleceram nela suas trajetórias.

A Corrente Moral/Ética
Muitos educadores consideram que o fundamento da relação com o meio ambiente é de ordem ética, pois, é neste nível que se deve intervir de maneira prioritária. O actuar baseia-se num conjunto de valores, mais ou menos conscientes e coerentes entre eles. Assim, diversas proposições de educação ambiental dão ênfase ao desenvolvimento dos valores ambientais. Alguns convidam para a adoção de uma moral ambiental, prescrevendo um código de comportamentos socialmente desejáveis como os que o eco civismo propõe, mas mais fundamentalmente ainda, pode se tratar de desenvolver uma verdadeira competência ética, e de construir seu próprio sistema de valores. Não somente é necessário saber analisar os valores dos protagonistas de uma situação como,
antes de mais nada, esclarecer seus próprios valores em relação ao seu próprio actuar. A análise de diferentes correntes éticas, como escolhas possíveis, torna-se aqui uma estratégia muito apropriada.

A Corrente Holística
O enfoque desta corrente é exclusivamente analítico e racional das realidades ambientais se encontra na origem de muitos problemas atuais. É preciso levar em conta não apenas o conjunto das múltiplas dimensões das realidades socioambientais como também das diversas dimensões da pessoa que entra em relação com estas realidades, da globalidade e da complexidade de seu ser no mundo. O sentido global aqui é muito diferente do planetário, significa antes holístico referindo-se à totalidade de cada ser, de cada realidade, e à rede de relações que une os seres entre si em conjuntos onde eles adquirem sentido. A corrente holística não associa proposições necessariamente homogêneas, como é o caso das outras correntes. Algumas proposições, por exemplo, estão mais centradas em preocupações de tipo psicopedagógico apontando para o desenvolvimento global da pessoa em relação ao seu meio ambiente, outras estão ancoradas numa verdadeira cosmologia (ou visão do mundo) em que todos os seres estão relacionados entre si, o que leva a um conhecimento orgânico do mundo e a um actuar participativo em e com o ambiente.
Numa perspectiva holística mais fundamental ainda, Nigel Hoffmann (1994) se inspira no filósofo Heidegger e no poeta naturalista Goethe para propor um enfoque orgânico das realidades ambientais. Devem-se abordar, efetivamente, as realidades ambientais de uma maneira diferente daquelas que contribuíram para a deterioração do meio ambiente. O processo de investigação não consiste em conhecer as coisas a partir do exterior, para explicálas, originando de uma solicitação, de um desejo de preservar seu ser essencial
permitindo-lhes revelar-se com sua própria linguagem.

A Corrente Biorregionalista
A corrente biorregionalista se inspira geralmente numa ética ecocêntrica e centra a educação ambiental no desenvolvimento de uma relação preferencial com o meio local ou regional, no desenvolvimento de um sentimento de pertença a este último e no compromisso em favor da valorização deste meio.
Trata-se de aprender a reabitar a Terra, segundo as propostas de Davir Orr (1992, 1996) e de Wendel Berry (1997). Reconhece-se aqui o caráter inoportuno desta pedagogia do além que baseia a educação em considerações exógenas ou em problemáticas planetárias que não são vistas em relação com as realidades do contexto de vida e que oferecem poucas ocasiões concretas para atuações responsáveis.

A Corrente Práxica
A ênfase desta corrente está na aprendizagem da acção, pela acção e para a melhoria desta. Não se trata de desenvolver a priori os conhecimentos e as habilidades com vistas a uma eventual ação, mas em pôr-se imediatamente em situação de acção e de aprender através do projecto por e para esse projeto.
A aprendizagem convida a uma reflexão na ação, no projeto em curso. Lembremos que a práxis consiste essencialmente em integrar a reflexão e a ação, que, assim, se alimentam mutuamente.
O processo da corrente práxica é, por excelência, o da pesquisa-ação, cujo objetivo essencial é o de operar uma mudança num meio (nas pessoas e no meio ambiente) e cuja dinâmica é participativa, envolvendo os diferentes atores de uma situação por transformar. Em educação ambiental, as mudanças previstas podem ser de ordem socioambiental e educacional.

A Corrente de Crítica Social
A corrente práxica é muitas vezes associada à da crítica social. Esta última se inspira no campo da “teoria crítica”, que foi inicialmente desenvolvida em ciências sociais e que integrou o campo da educação, para finalmente se encontrar com o da educação ambiental nos anos de 1980 (Robottom e Hart, 1993).
Esta corrente insiste, essencialmente, na análise das dinâmicas sociais que se encontram na base das realidades e problemáticas ambientais: análise de intenções, de posições, de argumentos, de valores explícitos e implícitos, de decisões e de ações dos diferentes protagonistas de uma situação.

A Corrente Feminista
Em matéria de meio ambiente, uma ligação estreita ficou estabelecida entre a dominação das mulheres e a da natureza: trabalhar para restabelecer relações harmônicas com a natureza é indissociável de um projeto social que aponta para a harmonização das relações entre os humanos, mais especificamente entre os homens e as mulheres.
A corrente feminista se opõe, no entanto, ao predomínio do enfoque racional das problemáticas ambientais, tal como freqüentemente se observa nas teorias e práticas da corrente de crítica social. Os enfoques intuitivo, afetivo, simbólico, espiritual ou artístico das realidades do meio ambiente são igualmente valorizados. No contexto de uma ética da responsabilidade, a ênfase está na entrega: cuidar do outro humano e o outro como humano, com uma atenção permanente e afetuosa.

A Corrente Etnográfica
A corrente etnográfica dá ênfase ao caráter cultural da relação com o meio ambiente. A educação ambiental não deve impor uma visão de mundo, é preciso levar em conta a cultura de referência das populações ou das comunidades envolvidas.
A corrente etnográfica propõe não somente adaptar a pedagogia às realidades
culturais diferentes, como se inspirar nas pedagogias de diversas culturas.

A Corrente da Ecoeducação
Esta corrente está dominada pela perspectiva educacional da educação ambiental. Não se trata de resolver problemas, mas de aproveitar a relação com o meio ambiente como cadinho de desenvolvimento pessoal, para o fundamento de um atuar significativo e responsável. O meio ambiente é percebido aqui como uma esfera de interação essencial para a ecoformação ou para a ecoontogênese. Distinguiremos aqui estas duas proposições, muito próximas ambas, no entanto distintas, principalmente em relação a seus respectivos contextos de referência.

A Corrente da Sustentabilidade
A ideologia do desenvolvimento sustentável que conheceu sua expansão em meados dos anos de 1980, penetrou pouco a pouco o movimento da educação ambiental e se impôs como uma perspectiva dominante. Para responder as recomendações do Capítulo 36 da Agenda 21, resultante da Cúpula da Terra em 1992, a UNESCO substituiu seu Programa Internacional de Educação Ambiental por um Programa de Educação para um futuro viável (UNESCO, 1997), cujo objetivo é o de contribuir para a promoção do desenvolvimento sustentável. Este último supõe que o desenvolvimento econômico, considerado como a base do desenvolvimento humano, é indissociável da conservação
dos recursos naturais e de um compartilhar eqüitativo dos recursos. Trata-se de aprender a utilizar racionalmente os recursos de hoje para que haja suficientemente para todos e se possa assegurar as necessidades do amanhã.
A educação ambiental torna-se uma ferramenta, entre outras, a serviço do desenvolvimento sustentável.
A educação para o desenvolvimento sustentável permitiria atenuar esta carência.
Desde 1992, os promotores da proposição do desenvolvimento sustentável pregam uma reforma de toda a educação para estes fins. Tratava-se de instaurar uma “nova” educação. Num documento intitulado Reforma da educação para um desenvolvimento sustentável, publicado e difundido pela UNESCO.


terça-feira, 21 de julho de 2015

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Arvores lindas.

AS 16 ÁRVORES MAIS LINDAS DO MUNDO !

Fonte. http://ecologambiente.blogspot.com/2015/05/as-16-arvores-mais-lindas-do-mundo.html


Não resiste e tive que compartilhar estas imagens que visualizei no Blog Ecologia Por um ambiente inteiro.
Belezas naturais, parecem ate um sonho ou mesmo conto de fadas. Da gosto lutar pela sua conservação.
16 árvores mais lindas do mundo (Foto: reprodução)
16 árvores mais lindas do mundo (Foto: reprodução)
16 árvores mais lindas do mundo (Foto: reprodução)
16 árvores mais lindas do mundo (Foto: reprodução)
16 árvores mais lindas do mundo (Foto: reprodução)
16 árvores mais lindas do mundo (Foto: reprodução)
16 árvores mais lindas do mundo (Foto: reprodução)
16 árvores mais lindas do mundo (Foto: reprodução)
16 árvores mais lindas do mundo (Foto: reprodução)
16 árvores mais lindas do mundo (Foto: reprodução)
16 árvores mais lindas do mundo (Foto: reprodução)
16 árvores mais lindas do mundo (Foto: reprodução)
16 árvores mais lindas do mundo (Foto: reprodução)
16 árvores mais lindas do mundo (Foto: reprodução)
16 árvores mais lindas do mundo (Foto: reprodução)
16 árvores mais lindas do mundo (Foto: reprodução)

quinta-feira, 14 de maio de 2015

O papel dos alunos na conservação das salas de aula.

O mês da criança esta próximo, e como já é dito, elas são as flores que nunca murcham, sendo assim, devemos respeita-las, ama-las, e o mais importante transmiti-las informações que sejam úteis para o seu desenvolvimento.
A sala de aulas é o local onde decorre o processo de ensino e aprendizagem dentro de uma instituição do ensino. Uma sala de aulas bem cuidada ajuda no sucesso escolar. Existem responsáveis especializados por manter a sala de aulas limpa, porem é também dever dos alunos contribuir para que esta não fique suja. É muito importante ensinar aos estudantes mais novos sobre a importância da higiene pessoal e de espaços onde se encontram.
Hoje deixo ficar algumas dicas que vão ajudar os nossos amiguinhos do ambiente a manter a sala de aulas limpa que são:
  • Não deitar papéis no chão;
  • Não riscar as paredes;
  • Não comer no seu interior para evitar deixar restos de comida;
  • Não pisar nas carteiras;
  • Organizar grupos escalados para limpeza da turma;
  • Usar o pátio da escola para as brincadeiras no recreio.
Deste modo estaremos contribuindo, para uma sala de aulas elegante e saudável.

Ambiente limpo, faz a natureza feliz.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Problemática da água


A Problemática da água

A água é um recurso natural que tem de ser preservado por todos. Os países com grandes reservas de água também correm o risco de, no futuro, ver este bem escassear.
A água é um bem essencial na natureza, sendo necessária em todos os processos básicos da vida. Apesar de ser um recurso natural que se encontra em grande quantidade na Terra, o uso não sustentável deste líquido, associado a acção poluidora do homem estão a provocar o seu esgotamento, havendo crescente necessidade de a preservar.
A água é indispensável ao homem como: bebida, agente ou elemento de higiene, fonte de energia, matéria-prima de produção, via para transportes e base de actividades recreativas.
A disponibilidade de água doce não são ilimitadas, porem o acesso é.
Alterar a qualidade da água significa prejudicar a vida do homem e dos outros seres vivos; animais e plantas.
A água, depois de utilizada, é restituída ao ambiente natural, a mesma deve estar em condições de não comprometer os possíveis usos, tanto públicos como privados. Usar a água de maneira imprudente significa abusar do património natural.
Em algumas cidades do país a população defeca ao ar livre (fecalismo a céu aberto) e usa água de qualidade muito baixa e muitas vezes obtida de revendedores não autorizados.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Cientistas da Nasa descobriram que Marte já teve um oceano com mais água do que o Oceano Ártico da Terra.

Fonte:  http://ecologambiente.blogspot.com/2015/03/marte-ja-teve-oceano-com-volume-de-agua.html

 

MARTE JÁ TEVE OCEANO COM VOLUME DE ÁGUA SUPERIOR AO ÁRTICO,SEGUNDO ESTUDO DA NASA


Oceano pode ter ocupado 19% da superfície de Marte - Divulgação/NASA.
Marte já teve oceano com volume de água superior ao Ártico, segundo estudo da NASA.

Análises da atmosfera marciana mostram que o planeta perdeu 87% de água no espaço

Cientistas da NASA descobriram que Marte já teve um oceano com mais água do que o Oceano Ártico da Terra. Análises da atmosfera marciana mostram que o planeta vermelho perdeu 87% de água no espaço.

A descoberta foi publicada em artigo na revista "Science" e afirma que, há 4,3 bilhões de anos, quando Marte ainda era húmido, havia água suficiente para cobrir completamente o planeta até uma profundidade de 137 metros. Acredita-se que a água formava um oceano que cobria a metade do hemisfério norte do planeta, onde alcançava até 1,6 km de profundidade.
Cientistas já consideravam essa parte do planeta como a zona mais propícia para ter um oceano em função das características geológicas do planeta. O oceano pode ter ocupado 19% da superfície de Marte. Para se ter uma ideia do que representa essa proporção, o Atlântico ocupa 17% da Terra.
- Nosso estudo estima que havia uma alta concentração de água em Marte, ao determinar as quantidades perdidas no espaço - afirma um dos autores do trabalho Gerónimo Villanueva, pesquisador no Centro Goddard de Voos Espaciais da NASA, em Greenbelt (EUA).

A estimativa é baseada em levantamentos detalhados sobre formas levemente distintas da água: a mais familiar, formada por um átomo de oxigênio e dois de hidrógeno (H2O), e a água pesada, quando um dos dois átomos de hidrogênio é substituído por deutério.
Através do telescópio infravermelho Keck 2, que fica no Havaí, e o poderoso telescópio europeu ESO, no Chile, os cientistas puderam fazer a distinção entre a constituição química da água nos dois casos. Comparando as proporções, eles conseguiram deduzir quanto de água foi perdido no espaço.
Os novos dados trazem a ideia de que Marte pode ter sido capaz de suportar vida, já que a falta de água é indicada como a razão pela qual o planeta é desabitado.